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Inserida em: 13/12/2010

Ramo da construção civil está em alta

Em Santos, a rotatividade dos trabalhadores, com pressão salarial positiva, ocorre com mais frequência no ramo da construção civil. Pelo menos essa é a percepção do presidente da Comissão Municipal de Emprego, Trabalho e Renda, Gilson Martins Oliveira.

"Pedreiros, azulejistas e profissionais ligados ao acabamento saem de uma empresa e vão para outra que lhe seja mais atrativa", comenta Oliveira. Já as empresas de RH verificam que algumas vagas têm o salário alterado devido à baixa procura.

"Às vezes o salário não é condizente com a qualificação exigida e algumas empresas acabam aumentando a oferta. Quando a vaga é muito específicas, há empresas que selecionam pelo currículo e oferecem o treinamento", afirma Célia Tereza Simões Miguel, consultora de operações da Gelre.

Ela cita como exemplo uma empresa de transporte ferroviário e que não tem como exigir que o candidato saiba dirigir vagão de trem. Por outro lado, há trabalhadores que não aceitam mais qualquer vaga.

"As pessoas, em todos os níveis, estão mais criteriosas. Como não há um desemprego alarmante, algumas preferem ficar desempregadas para voltar com algo que valorize os seus conhecimentos e experiência", explica Suraia Cassab Deloroso, analista de RH do Grupo NPO.

No posto de atendimento ao trabalhador em Santos (PAT), as vagas mais difíceis de serem preenchidas são de vidraceiro, soldador, marceneiro e da área de saúde. São áreas que apresentam boas oportunidades devido à baixa concorrência pela pouca qualificação. Já na NPO percebe-se a baixa disponibilidade no mercado de motoristas de carreta e profissionais da área contábil ­ não por falta de experiência, mas pela alta demanda.

 

Fonte: A Tribuna - Caderno Baixada Santista - pág A-6

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